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Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!
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E por mais que eu esqueça

Nem tudo sai da minha cabeça

Aquela aula de matemática

Tão piegas e sistemática

Ainda não acabou

E não é como eu sou

Mas se eu quiser voar

Vou ter que me adaptar.Clicando aqui, você lê a poesia completa
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Dos óculos, a lente
Por ela, vorazmente
Luz dentro da retina
Você não imagina...

Minha intensa dor
Andava com torpor
Passos no lajeado
E o peito apertado.

Sangrava bem no fundo
Alfa do fim do mundo
Gritava ao vento quente:
"Dê paz à minha mente!"

No cimento gelado
Marca do meu calçado
Lembro de ter pisado
Quando foi rebocado.
(Trecho da música "Vozes")
Clicando aqui, você ouve a música e assiste ao cllipe
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Um barbeiro é um especialista muito útil. É graças a ele que eu não caio na desgraça de ter que exibir uma coleção de vaginas artificiais na minha faceta, ao meter-me a desempenhar uma arte que não domino: a perícia de manusear uma lâmina de barbear. Porém basta que um barbeiro seja, somente, um barbeiro, sem cometer o excesso de ser um barbeiro barbeiro. Barbeiro barbeiro é um barbeiro que faz barbeiragem.

Trinta e cinco ou quarenta reais é uma bagatela. Eu pagaria até cem pra que fizessem a minha barba. Se houvesse profissionais dessa ordem no mercado, pagaria até pra escovarem os meus dentes.Clicando aqui, você assiste ao filme com animação gráfica
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Por isto fingimos que nos interessamos uns pelos outros. E, de modo geral, somos bem-sucedidos no desempenho deste talento aprendido e transmitido entre gerações. É claro que remanescem "licenças poéticas" que nos permitem quebrar a regra, como agora, ao estruturar-se textualmente construções assentadas por meandros gramaticais que envolverão com simpatia quem lê, afinal o receptor estava ávido pela sensação de alívio que, nesta ocasião, é-lhe proporcionada: o encontro com dizeres sinceros que ele sempre carregou dentro de si em formato de percepções emotivas que nunca foram traduzidas em vocábulos.

Esta é a minha única estratégia pra fazer que gostem de mim porque, se você não detectar semelhanças entre o seu egozinho autocentrado e o meu discurso aporrinhante, nego, eu tô na roça.Clicando aqui, você lê o texto completo
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Quase chegando ao banco, passo pela porta da livraria.

– Moça, tem livro do Donald Trump? – indago à balconista loira.

Ela digita no sistema de busca apenas a palavra que conhece a grafia, que, obviamente, é a primeira. Nos resultados, somente links pra Pato Donald.

– O livro que você procura é da Disney, moço? – interrogou-me, quase zurrando.

Oh, dúvida, cruel! Tenho de responder em conformidade com o meu desejo ou empenhar-me pra ser simpático? Saco preso na gaveta dói menos...
Esquece o Trump. Nunca aprenderei a ficar milionário lendo as teorias dele. Só vou ajudá-lo a enriquecer mais.Clicando aqui, você ouve a crônica
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Quando eu tinha dezoito anos, fui para outro estado da federação para fazer uma faculdade.

Na residência de estudantes na qual eu morava, um amigo meu disse que iria a um município que distava trinta quilômetros e lá conheceria o homem mais velho do planeta.

A ideia da visita ao asilo surgiu em virtude de um encargo decorrente da dissertação acadêmica da namorada dele.

Ela cursava medicina gerontológica e precisava entrevistar idosos com o objetivo de coletar dados para a sua monografia.

Era um sábado e eu estava tranquilo. Fui convidado para ir junto e aceitei. Não podia perder a oportunidade de ficar frente a frente com um baú de histórias vivo.

Eu já havia lido uma reportagem sobre ele. O noticiário impresso enfatizou que se tratava de um homem alegre e brincalhão, nascido na segunda metade do século XIX, que adorava contar causos e passava as suas horas cantarolando.Clicando aqui, você lê o conto completo